Monday, September 22, 2008
Tuesday, September 16, 2008
EU PREFIRO NÃO SER "GOSPEL"
Eu recebi esse texto [repassado] de um amigo, e sem dúvidas ele fala sobre MUITAS verdades.:
"Há algum tempo participei como convidado de uma reunião de empresários "gospel". A reunião durou uma hora e meia, mas depois de dez minutos minha vontade era sair correndo, enojado com o que estava ouvindo. Falou-se de tudo em termos de "negócios gospel". Como atingir o mercado, como produzir produtos mais atraentes, como vender o público "gospel" para as empresas seculares, como oferecer vantagens aos pastores para que eles permitissem que os produtos fossem vendidos nas igrejas, e vai por aí afora.Em momento algum ouvi algo sobre: como vamos causar um impacto com o evangelho no Brasil e no mundo; quantos novos missionários vamos sustentar com o lucro do negócio "gospel"; o que vamos fazer para ajudar as igrejas a buscarem um avivamento; como vamos tornar Jesus conhecido.
Depois que saí da reunião sem dar o meu apoio àquele tipo de negócio, comecei a refletir. Quando não éramos o mercado "gospel", comprávamos bíblias para ler e estudar, e não para colecionar. Comprávamos CDs pela profundidade das letras e espiritualidade dos cantores, e não pela fama dos artistas. Abríamos novas igrejas para alcançar os que não conheciam a JESUS, e não por causa de uma nova visão que causou divisão. Cada pastor estudava a Bíblia e ouvia o Espírito Santo para pregar a cada semana, e não simplesmente reproduzia a mensagem pronta recebida do seu bispo ou apóstolo. No tempo em que não éramos "gospel", pastor ainda era respeitado e podia comprar a crediário. Não tínhamos bancada evangélica, que segundo a imprensa, só gera escândalos. Não precisávamos de prêmios para artistas e escritores de sucesso ou para igrejas que se tornaram famosas. No tempo em que não éramos "gospel", o show ainda se chamava louvorzão, não cobrava ingresso e não precisava de camarote vip para os artistas.Como diz um amigo meu: "e pensar que tudo começou com um jumentinho!" .
Conseguimos transformar Jesus em "gospel", "fashion" e "pós-moderno" , mas ainda não conseguimos traduzir a Bíblia para todas as línguas em que ela não existe, nem reverter a corrupção neste país, nem causar um impacto transformador na sociedade. Hoje os resultados da febre "gospel" mostram gráficos cada vez mais animadores para os empresários. No entanto, no tempo em que não éramos "gospel", os resultados para o Reino eram mais consistentes. Nesta era "gospel" nos orgulhamos de ter milhares de igrejas e milhões de crentes, mas não nos envergonhamos da "corrupção gospel". Nos orgulhamos por estar no rádio e na tv, mas não nos envergonhamos por termos diminuído o número de missionários no Brasil e no mundo. Nos orgulhamos de estar mais próximos aos governantes para orar com eles, mas não nos envergonhamos de que um avivamento ainda não aconteceu em nossa nação por falta de oração e quebrantamento da nossa parte.
Alguém pode dizer que tudo isto é saudosismo. Eu me considero um futurista, sem qualquer dificuldade para quebrar os tradicionalismos do passado. No entanto, eu penso e analiso gerações. E quando faço isto e tiro conclusões, eu vejo que a igreja evangélica brasileira se tornou grande e obesa, mas sem agilidade para provocar transformações. Ela corre o risco de girar em torno de si mesma. Enquanto esta igreja gigante e cheia de potencial não acordar para um quebrantamento do Espírito, vamos nos encantar com nosso gigantismo, mas não seremos efetivos em nosso impacto.
Eu prefiro não ser "gospel" no sentido em que esta palavra é usada hoje, mas sou de JESUS, creio num avivamento da igreja brasileira e sonho com o dia em que o Brasil será usado por Deus para um impacto missionário global."
www.comunhao. com.br Josué CampanhãPastor, escritor e diretor da Sepal. E-mail: campanha@ sepal.com.br
ExpoCristã
E com MUITA vergonha eu tenho que admitir que aos poucos, depois de certo tempo observando as pessoas, como elas se comportavam um sentimento de superioridade começou a tomar conta de mim, e quando eu percebi ja estava praticamente "julgando" as pessoas, as roupas que elas estavam usando, o jeito delas falarem, entre tantas outras coisas.
Nossa, eu tive horror de mim mesma.
Acho que "julgar" os outros é uma das piores coisas, você acaba ficando com um pré conceito de como ela deve ser, e acaba ficando mais dificil conhece-la verdadeiramente.
Julgar é também uma das coisas mais dificeis de deixar pra tras, porque infelizmente [na minha vida] era um hábito, era parte de mim, da minha personalidade.
é uma luta, mas é incrível como até nisso eu sinto a ajuda vinda dEle, aos poucos ele vai me mostrando como as pessoas são boas[ e se você num acredita nisso pergunte pra Renata, ela tinha perdido o cartão de crédito dela e alguém o devolveu].
O lado bom é que nos olhos de Deus nós somos todos iguais, He loves us the same, even if for different reasons.
=]
Friday, September 12, 2008
Por que as pessoas gostam da lei?
The following post was written by André Queiroz, at www.prandre.com/ [this blog is really inspiring, and its full of great videos and discussions]
Estive refletindo ontem a respeito da lei. Muitas pessoas escolhem viver debaixo de escravidão a algumas leis que Deus não estabeleceu. Essa escolha, muitas vezes, vem de uma tradição histórica e também por ouvir a opinião de pessoas “acham” que eh algo é certo ou errado.Entenda que eu, como Pastor e acima de tudo como Cristão, sou contra qualquer desobediência a Palavra de Deus revelada na Bíblia. Se Deus diz que não, então é não e ponto final. Se algum principio Bíblico deixa a entender que algo eh errado, devemos então obedecer a Palavra e buscar a santidade acima de todas as coisas.
O problema é que muitas vezes, algumas pessoas começam a acrescentar leis a Palavra de Deus, em uma tentativa de controlar as pessoas e elevar o nível de “santidade” dos outros. Durante a historia de muitas Igrejas, presenciei absurdos da lei humana, do tipo: Crente não pode deixar a barba crescer, ou até mesmo, a mulher de Deus não pode raspar a perna.Esse tipo de lei consegue alcançar apenas 1 objetivo: Agradar a pessoas que se julgam “donos da verdade.”
Cheguei a conclusão que para muitas pessoas, é mais fácil seguir a um jogo de regras para obter a vida eternal do que confiar na graça de Deus e aprender a discernir o que agrada ao Senhor.Infelizmente hoje em dia a historia se repete, com leis diferentes e pensamentos novos. Muitos perdem ate a capacidade de um raciocínio logico por defenderem algo que fez parte de sua vida durante muitos anos.
Caro leitor do meu blog, se você puder tirar um proveito desse texto, tire o seguinte: O que Deus mais deseja da sua vida é a obediência a sua Palavra, e que você se relacione com ele através da oração e do seu ministério. Não permita que leis religiosas sejam mais importantes na sua vida do que a Palavra do Senhor. Se por ventura, durante a sua jornada na fé, Deus te pedir para abrir mão de algo que você gosta, para que você se dedique mais a ele, então obedeça. Mas quando Deus te pede para abrir mão de algo que não é pecado, você não pode generalizar e dizer que todos devem fazer o mesmo, pois Deus se relaciona de maneiras diferentes com cada um de nós.Abraços a todos e uma ótima semana!
Thursday, September 4, 2008
We used to be friends
We've all been there, You're walking at the mall, when you see someone you "sord of know", and first you "panic" and doesn't really know what to do, and then you wonder:
"Did she see me?" "Should I say Hi?" and after considereing all the pros and cons you just start "searching" for something in your purse, or turns the other way and acts like you just didn't see the person. [That last one really works if the person you are turning away from was also whising not so greet you.]
The cenario is almost always the same, what changes is the people who are part of it.
Maybe you and you're acquaintece were friends at 8th grade and for some silly reason got into a fight and never spoke to eachother again. [and not only you feel horible for not saying "hi" you also get stuck thinking "why you two aren't friends anymore", and "what would be different if you still were. But after a few moments you forget all about it.
Maybe they're just a friend of a friend [and you don't really know if they remember you]
Or maybe you two were friends not that long ago, and for reasons you both know well.
After you parted ways with that person you thought "hey, maybe I'll never see him again, and this won't be so hard" [which you knew all along was just whishful thinking]. And when you least expect, you're looking at his face, with no "preparation", no speech planned out, nothing.
Just a million thoughts running through your head, and all sorts of fellings, you might feel a little mad at first, just to cover up the sadness you know its there.
What I'd love to know is when the last cenario becomes the first one, when do the feelings turn into just memories, when does the sadness goes away.